terça-feira, 5 de junho de 2012

O On-line é o Futuro

Há 12 anos não se falava em jornalismo on-line, os jornais não tinham web.
O jornalismo implica trabalho, profissionalismo e dedicação e o on-line nasce com essas bases do tradicional, o que iniciou um processo de autodestruição do tradicional, condenando os jornais à falência.
A libertação das edições on-line passou por um processo de definição de identidade.
No on-line começou-se a escrever usando a linguagem no presente, colando-se ao tempo, à realidade momentânea, começaram a ter informações ao minuto. Provocou assim que a internet tornasse-se um local, onde tudo é exposto.
Começou a haver novas plataformas - rádio/televisão, iniciaram produtos on-line.
Mas os negócios do digital não têm ainda fórmulas garantidas de sucesso.
Colocar informação na internet qualquer pessoa o pode fazer, mas isso não é jornalismo, para o ser tem de existir um processo, pois a informação tem uma forma específica de ser tratada e escrita, por isso, uma informação em primeira mão não é jornalismo, porque é fundamental que essa mesma informação seja trabalhada.

O jornalismo é um produto editorial e intelectual, resultante de um trabalho sério e exigente. O futuro passa sem dúvida alguma pela convergência digital.
Hoje em dia, notícias geram notícias. A curiosidade é infinita, e se não sabemos o que se está a passar à nossa volta, ficamos dependentes do que é posto no on-line.

Uma das características do jornalismo on-line é que tem que ser executado por profissionais.
A técnica profissional do jornalismo on-line implica duas regras:
- Escrita on-line (presente) e uma constante atualização, pois nesta vertente não há o tradicional “fecho”, já que é algo imprevisto, pois relata acontecimentos enquanto as situações decorrem.

- Visto que o on-line está colado à realidade é fundamental fazer sínteses, esta mesma realidade está em constante evolução.

 
 Atualmente ainda se vive uma fase experimental deste jornalismo on-line, mas será certo a fusão entre métodos tradicionais e métodos futuristas.


Susana Rôxo, Nº 1959, 2ºB, Comunicação Empresarial

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