Há 12 anos não se falava em jornalismo on-line, os jornais não tinham web.
O
jornalismo implica trabalho, profissionalismo e dedicação e o on-line nasce com essas bases do
tradicional, o que iniciou um processo de autodestruição do tradicional,
condenando os jornais à falência.
A libertação das edições on-line passou por um processo de definição
de identidade.
No on-line
começou-se a escrever usando a linguagem no presente, colando-se ao tempo, à
realidade momentânea, começaram a ter informações ao minuto. Provocou assim que
a internet tornasse-se um local, onde tudo é exposto.
Começou
a haver novas plataformas - rádio/televisão, iniciaram produtos on-line.
Mas
os negócios do digital não têm ainda fórmulas garantidas de sucesso.
Colocar informação na internet qualquer
pessoa o pode fazer, mas isso não é jornalismo, para o ser tem de existir um
processo, pois a informação tem uma forma específica de ser tratada e escrita,
por isso, uma informação em primeira mão não é jornalismo, porque é fundamental
que essa mesma informação seja trabalhada.
O jornalismo é um produto editorial e
intelectual, resultante de um trabalho sério e exigente. O futuro passa sem
dúvida alguma pela convergência digital.
Hoje em dia, notícias geram notícias. A
curiosidade é infinita, e se não sabemos o que se está a passar à nossa volta,
ficamos dependentes do que é posto no on-line.
Uma das
características do jornalismo on-line
é que tem que ser executado por profissionais.
A técnica
profissional do jornalismo on-line
implica duas regras:
- Escrita on-line (presente) e uma constante atualização,
pois nesta vertente não há o tradicional “fecho”, já que é algo imprevisto,
pois relata acontecimentos enquanto as situações decorrem.
- Visto que o on-line está colado à realidade é
fundamental fazer sínteses, esta mesma realidade está em constante
evolução.
Susana Rôxo, Nº 1959, 2ºB, Comunicação Empresarial
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